Basicamente fala da dor e revolta de perder um filho. O que, para um pai que é psicanalista, levanta uma série de inquietudes e frustrações. O que abala completamente a estrutura de uma família. E de como eles (tentam) ultrapassar isso.
O fim soube-me a pouco, mas sempre deu para descobrir isto:
Por favor, estimados utentes do Metropolitano de Lisboa...
APRENDAM a andar de comboio!!!! Aquela lógica que de metafísico e transcendente não tem nada... Há que esperar nas laterais das portas, deixar as pessoas sair para que haja espaço para entrar. Não é básico?? Ou eu é que sou muito avançada?
Fica o aviso: enquanto não aprenderem isto, vão continuar a levar com a minha mala ou whatever que vá anexado a mim. Porque me cansei de dar diamantes a porcos...
... precisam urgentemente de mudar: - O meu emprego; - O meu humor DEPOIS do emprego.
... deviam ser levadas a sério: - A eternamente adiada questão do ginásio; - O mestrado (wish me luck).
... seriam "Nice to have": - Mudar de casa asap; - Férias! Como eu quero!
Estou cansada... Então porque é que não avanço?? Já deixava de ser panhonhas!
12/12/2009
“Life isnotabout waiting for thestorm to pass, it is about learning todance in the rain.” author unknown
08/12/2009
Sempre adorei esta música. Parece-me tão acertada, tão pés-na-terra, que acabou por encaixar mesmo bem na minha semana.
Acabou por me lembrar que posso fazer as coisas de maneira diferente. Que mesmo sem querer dizer que me vá tornar demasiado "séria", certamente vou pensar duas vezes antes de muitas palavras e acções. E ainda me fez concluir que não sou melhor que qualquer outra pessoa, mesmo quando acho que estou a ganhar.
Eu espero conseguir... e amadurecer =)
We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cause we're ordinary people
Maybe we should take it slow
...
... que parece ser um tema deveras abordado na Blogosfera, encontrei uma descrição muito interessante de uma utilizadora - de seu nome Erotika, o que é sugestivo - acerca do beijo:
Nesta hora recordo esse beijo e dá-me saudades... Dos beijos, das tuas mãos a percorrerem-me o corpo, porque como descreveste e muito bem, beijo que é beijo, implica mais do que dois lábios e duas línguas, é toda uma dança corporal que envolve e seduz... O que queria hoje era cruzar-me contigo, e antes de qualquer conversa, por estranho que te pareça, apetecia-me que me puxasses a ti e me beijasses, num longo beijo que me dissipasse todos os receios e me fizesse retornar a ti, aos teus braços, ao teu calor, ao nosso mundo...
E é nestas alturas que eu gosto de pensar naqueles (aparentes?) paradoxos, em que gestos tão simples, para alguns tão pequenos, podem conter múltiplas e distintas emoções... E quem diz beijo diz abraço, olhares e afins.
Eu diria que é fantástico... Erotika, quem quer que sejas, "tás lá" :)
Mas ressalvo: apenas como extravagância... que o preço per capita não fica doce... Fora isso, impecável. Moqueca de camarão muito agradável, rolinho de banana no ponto, simpatia no atendimento e um ambiente que é um mimo! Ide lá, e digam que vão da minha parte (posso dar uma foto) a ver se para a próxima tenho um desconto... ;)
BB: I am one big walking chemical reaction CH: A buzzing hive of cell synapsis and nacent self perception
BB: Isn't it disdainful and curious CH: That both of us think we know everything
BB: We both have brains, We both have eyes (Neither of us can see) We both have pains, We both have lies (Neither of us can see) One in the same, two of a kind And neither of us can see
CH: I am just a blinking, neon roadside attraction BB: I sow future wrinkles and I'm told I'm untapped potential
CH: Isn't it disdainful and curious BB: That both of us think we know everything
BB: We both have brains, We both have eyes (Neither of us can see) We both have pains, We both have lies (Neither of us can see) One in the same, two of a kind And neither of us can see
BB: I am one big, fleeting errant contradiction CH: It's so good to meet you BB&CH: We are one in the same
BB: Isn't it disdainful and curious CH: That both of us think we know everything
BB: We both have brains, We both have eyes (Neither of us can see) We both have pains, We both have lies (Neither of us can see) One in the same, two of a kind And neither of us can see
PS: não vale a pena comentar o filme, que eu não vi =P apenas ando a viciar na música...
As coisas têm de mudar. Não posso sacrificar-me sempre, não posso magoar quem eu mais amo à conta dos meus valores quando terceiros não merecem a minha consideração e esforço, não posso deixar que façam de mim gato-sapato. Cansei-me de ser permissiva, ou má, ou cúmplice, isenta ou ética. Chega de stress à toa. Demitam-me, deserdem-me, deixem de me falar, façam cara feia, mandem raspanete. Enquanto eu tiver destreza mental que me lembre disto, I'll do it my way. Quero cuidar de mim, quero trabalhar sem ser escrava, quero dizer não, quero sair à noite pra onde me apetecer, quero namorar sem má-onda, quero pensar no meu futuro... E se eu não cumprir... mandem-me reminders.
Incrível como me bate a electricidade em alturas de fúria silenciosa. Já mudei a cara disto outra vez. Please, give me some colours! Pinhaímbamonhangaba =p
Este post podia ser um daqueles com o propósito de recolher tampinhas das mais variadas embalagens para entregar em troca de cadeiras de rodas.
Mas não é, embora seja um hábito muito nobre (que cá na República Feminina já se pratica =D)
Este post assinala apenas um outro blog, com uns handmade products muito giros que me fizeram gastar dinheiro na Feira de Velharias e Artesanato de Leiria, no passado dia 12...
Os posts mais recentes têm uns brincos e similares que representam bolos, bolachas e afins (!), mas tem outros mais "ortodoxos" nas mensagens antigas... Gosto =D
E aqui está a Tampinha. Pro menino e pra menina (sendo que o primeiro deve ser mais na onda de oferecer à segunda... obrigada :P).
Só uma semana, por muito boa que seja... Não repara os 100% de massa cinzenta...
29/07/2009
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Luis Fernando Verissimo
Porra... Nos últimos dois meses ando a morrer, parece-me...