O Blogger não devia mostrar certas coisas nos "Blogues Interessantes"... Acabei de encontrar este (aqui na página dos Pastéis de Nata), que representa +/- aquilo que eu gostava de fazer... ter tempo pra me dedicar à culinária, descobrindo e pesquisando e inventando... 'Tá giro ;)
28/07/2011
27/07/2011
Incentivo
25/07/2011
Ena!
Ontem, quase por acaso, reparei que este blog já tem mais de 4 anos. 4 anos!! Que loucura... reler as primeiras entradas, pensar naqueles tempos e em quem eu era... No que mudou, nas pessoas que apareceram "de novo" e as que "deixaram de aparecer", os traços da minha personalidade que mudaram, e até o tempo que foi faltando... O blog também foi mudando de "cara" e de estrutura e de sei lá que mais... É giro... é um pedacinho visível daquilo que é crescer, real e metaforicamente =)
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20/07/2011
04/07/2011
01/07/2011
28/06/2011
Para M.
As pessoas desiludem. As pessoas resistem, e outras desistem. As pessoas mudam. Não se reconhecem. As pessoas irritam e descontrolam-se. As pessoas atacam e preocupam(-se). As pessoas prejudicam-se, as pessoas magoam... As pessoas fazem coisas muito estúpidas. Ou não sabem mesmo o que fazem.
Porque é que gostamos das pessoas, afinal?
Porque é que gostamos das pessoas, afinal?
26/06/2011
Quase
16/06/2011
Pai e Mãe - Profissões em vias de extinção
Numa dada novela de um dos nossos "4 canais", passou há pouco uma cena em que uma menina diz não-sei-o-quê, e a mãe responde algo. Não agradando à menina, esta começa "Nããããão...." em tom de birra e a mãe, nervosa lá com a vidinha dela, manda-lhe um par de berros e dá o assunto por encerrado. Parece-me bem. A menina remata para uma 3ª pessoa: "A mãe gritou-me".
Ah. Coitadinha, realmente. Se calhar duas galhetas no nariz também serviam, mas em horário nobre e não-sei-quê, não... E ok, nem era caso pra tanto. Mas ai! a mãe gritou-me... Nunca aconteceu na história mundial da parentalidade... Só beijinhos e gummy bears, assim é que devia ser.
Depois, admiram-se... Ninguém tem mão neles... Um dia gritam os putos aos pais, e pronto, fica tudo certo.
Ah. Coitadinha, realmente. Se calhar duas galhetas no nariz também serviam, mas em horário nobre e não-sei-quê, não... E ok, nem era caso pra tanto. Mas ai! a mãe gritou-me... Nunca aconteceu na história mundial da parentalidade... Só beijinhos e gummy bears, assim é que devia ser.
Depois, admiram-se... Ninguém tem mão neles... Um dia gritam os putos aos pais, e pronto, fica tudo certo.
Michelle Ellis

O meu "check" diário no que toca a fotografia (amadora ou não) levou-me hoje a um trabalho "fofinho". E pronto, gostei.
04/06/2011
Quase quase quase!
Mais 2 exames e o mestrado só volta em Setembro.
O que também podia ir embora era esta vontade incessante de comer cenas que sabem bem mas fazem absurdamente mal...
O que também podia ir embora era esta vontade incessante de comer cenas que sabem bem mas fazem absurdamente mal...
02/04/2011
"É estranho que, sem ser forçado, saia alguém em busca de trabalho."
( William Shakespeare )
Sem dúvida. Mas foi exactamente o que eu fiz. Resultado: nada de família, nada de saídas, nada de recreativo ou relaxante. Apenas casa-trabalho-faculdade-trabalho-faculdade-trabalho-casa. Ah, e faculdade também.
Não deixo de me perguntar: dará frutos?...
27/02/2011
14/02/2011
29/01/2011
Já?
Agora que lá no trabalho começo a preparar as rotinas para mais um ano, constato que ainda me lembro muito bem do ano que passou... de fazer a mesma coisa para o ano que passou. Portanto:
1. Ou a minha memória está cada vez mais apurada (duvido);
2. Ou o tempo está mesmo a passar a correr, afinal estudar é que era bom porque quem supostamente "não tem responsabilidades" dedica mais tempo ao que gosta (ou a nada) e assim parece que os dias rendem mais, e dá-se mais atenção às pessoas que importam, e até às que não importam, e vamos a mais sítios, e experimentamos mais coisas e [bloqueio mental]. Ou não. Se calhar eu estou apenas a dormir pouco e avariar muito.
Whatever.
1. Ou a minha memória está cada vez mais apurada (duvido);
2. Ou o tempo está mesmo a passar a correr, afinal estudar é que era bom porque quem supostamente "não tem responsabilidades" dedica mais tempo ao que gosta (ou a nada) e assim parece que os dias rendem mais, e dá-se mais atenção às pessoas que importam, e até às que não importam, e vamos a mais sítios, e experimentamos mais coisas e [bloqueio mental]. Ou não. Se calhar eu estou apenas a dormir pouco e avariar muito.
Whatever.
01/01/2011
12/12/2010
11/12/2010
A Caminho...
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o fim...
quase...
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