
Ele há aquelas semanas (ou, no meu caso, quinzenas... a caminho do mês) em que mais valia meter baixa e não sair da cama.
Um dos motivos é mesmo esse... passarmos o dia a expelir desperdícios pelo nariz representa uma quebra de produtividade estrondosa, acreditem. Está-se sempre a deixar o PC pra sacar do lenço, e entretanto já não ouvimos puto do que o nosso chefe diz.
Outro motivo é... o trabalho ter atingido aquele nível em que tudo o que é gestor em onda de ai-deus-nos-acuda liga para um qualquer número da minha área (calho eu...) ou para alguém que não está e eu puxo... Conclusão: coisas pra fazer, mais coisas prioritárias pra fazer, mais coisas em atraso para fazer... Fixe.
Isto tudo obviamente faz com que cada dia seja coroado de um cansaço... daquele que não mata, mas mói. Como mói. Por isso é que depois se dorme que nem um calhau e também não se pica o ponto a horas.
Finalmente, ainda temos 3 doses semanais de aulas... Fascinante. E se achavam que era muito má onda adormecer numa aula de pós-graduação, ah e tal, então... lá vou eu cair na consideração da malta, porque já o fiz.
Enfim...
Vou mas é... dormir. Que surpresa.
Hasta*
Foto: by Marc Wuchner