E queixava-me eu da última vez, que 1 de Julho de 2019 tinha sido a maior Auto-Trampa de sempre.
Retiro o que disse. 28 de Maio de 2020 é oficialmente o dia em que eu concluo que não sei ser feliz. Sou feliz tantas vezes por sorte, acaso, nem sei, porque quando tenho essa felicidade nas mãos escavaco-a em mil pedacinhos.
Just great.
E isto não vai ser lido por quem deveria, mas: Desculpa.
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28/05/2020
Mess
É como quem diz
cansaço...,
o fim...,
um dilema...,
um grito...,
uma chapada...,
uma frustração...
19/12/2012
Done.
Depois de 1h bastante desapontante, encerra-se ainda assim um capítulo.
15,47... Fuck me, right?
Mas pronto, move on! Anyway, consegui :)
15,47... Fuck me, right?
Mas pronto, move on! Anyway, consegui :)
09/04/2012
Previous post: Updated
Afinal estou-me a borrifar mais do que pensava!
Impressionante como ainda era possível...
07/02/2012
I Repeat
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
...
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
I hate my job, and my job surely hates me.
...
02/01/2012
Estranho...
Diria que me apetece mais estudar do que pegar na tese... Not normal.
Ah, e fugir. Também me apetece fugir. Menos estranho...
E tenho andado com uma sensação estranha que finalmente percebi tratar-se de saudades de ler. Ler por lazer, evidentemente. Podia ser uma coisinha qualquer, ligeira, numa tarde passada num sítio como o da foto...

05/12/2011
Os Vândalos
Tenho orgulho de Ser Portuguesa. Mas só mesmo por causa do que fomos e do que podiamos ser... Porque aquilo que seremos um dia... vergonha!
Putos vândalos, idiotas e ocos... A estragar o que é público a troco de uns momentos de estupidez...
07/09/2011
Doomed
Shitshitshitshitshit! I'm getting so doomed., undeniably and all over!
Need focus and self-control =(
Need focus and self-control =(
15/08/2011
O Dialecto dos Emigras
Desculpem lá a franqueza, mas...
Que os nossos emigrantes voltem pras festas de Agosto, acho muito bem. Aluguem os carros-bomba, estoirem o sistema de som do dito pra anunciar a vossa chegada, e olhem-nos com esse ar afectado de "vivo horrores lá, mas aqui chegado vou desdenhar". Tudo bem.
Já toda a gente sabe que, apesar do ar bimbo os denunciar, muitos hão-de falar franciú até enquanto dormem, porque parece bem, e chique e sei lá mais o quê. Fixe. Esquecem-se que nós podemos estar a perceber o que dizem, mas ok. Até pode ser que passem por simples turistas.
Agora... Ai agora... o que me destrói o sistema nervoso é essa merdice de se meterem a falar uma salganhada de francês com português... ou, como vi num restaurante noutro dia, francês+português+uma-espécie-de-brasileiro. Não me lixem. É que deixem-se desse lixo. Isso é 100% gozar com a nossa cara.
Que os nossos emigrantes voltem pras festas de Agosto, acho muito bem. Aluguem os carros-bomba, estoirem o sistema de som do dito pra anunciar a vossa chegada, e olhem-nos com esse ar afectado de "vivo horrores lá, mas aqui chegado vou desdenhar". Tudo bem.
Já toda a gente sabe que, apesar do ar bimbo os denunciar, muitos hão-de falar franciú até enquanto dormem, porque parece bem, e chique e sei lá mais o quê. Fixe. Esquecem-se que nós podemos estar a perceber o que dizem, mas ok. Até pode ser que passem por simples turistas.
Agora... Ai agora... o que me destrói o sistema nervoso é essa merdice de se meterem a falar uma salganhada de francês com português... ou, como vi num restaurante noutro dia, francês+português+uma-espécie-de-brasileiro. Não me lixem. É que deixem-se desse lixo. Isso é 100% gozar com a nossa cara.
16/06/2011
Pai e Mãe - Profissões em vias de extinção
Numa dada novela de um dos nossos "4 canais", passou há pouco uma cena em que uma menina diz não-sei-o-quê, e a mãe responde algo. Não agradando à menina, esta começa "Nããããão...." em tom de birra e a mãe, nervosa lá com a vidinha dela, manda-lhe um par de berros e dá o assunto por encerrado. Parece-me bem. A menina remata para uma 3ª pessoa: "A mãe gritou-me".
Ah. Coitadinha, realmente. Se calhar duas galhetas no nariz também serviam, mas em horário nobre e não-sei-quê, não... E ok, nem era caso pra tanto. Mas ai! a mãe gritou-me... Nunca aconteceu na história mundial da parentalidade... Só beijinhos e gummy bears, assim é que devia ser.
Depois, admiram-se... Ninguém tem mão neles... Um dia gritam os putos aos pais, e pronto, fica tudo certo.
Ah. Coitadinha, realmente. Se calhar duas galhetas no nariz também serviam, mas em horário nobre e não-sei-quê, não... E ok, nem era caso pra tanto. Mas ai! a mãe gritou-me... Nunca aconteceu na história mundial da parentalidade... Só beijinhos e gummy bears, assim é que devia ser.
Depois, admiram-se... Ninguém tem mão neles... Um dia gritam os putos aos pais, e pronto, fica tudo certo.
05/12/2010
19/06/2010
Manifesto
Por favor, estimados utentes do Metropolitano de Lisboa...
APRENDAM a andar de comboio!!!!
Aquela lógica que de metafísico e transcendente não tem nada... Há que esperar nas laterais das portas, deixar as pessoas sair para que haja espaço para entrar. Não é básico?? Ou eu é que sou muito avançada?
Fica o aviso: enquanto não aprenderem isto, vão continuar a levar com a minha mala ou whatever que vá anexado a mim. Porque me cansei de dar diamantes a porcos...
APRENDAM a andar de comboio!!!!
Aquela lógica que de metafísico e transcendente não tem nada... Há que esperar nas laterais das portas, deixar as pessoas sair para que haja espaço para entrar. Não é básico?? Ou eu é que sou muito avançada?
Fica o aviso: enquanto não aprenderem isto, vão continuar a levar com a minha mala ou whatever que vá anexado a mim. Porque me cansei de dar diamantes a porcos...
21/07/2009
O Ser e o Achar que Se É
Tenho andado a pensar nisto...
Hipótese 1: Aquilo que somos é aquilo que achamos que somos, os comportamentos que temos, os valores que criamos, aquilo que geralmente responderia à questão "Define-te em x palavras"...
Hipótese 2: Aquilo que somos é aquilo que os outros percepcionam, a imagem que criam de nós, a tão malfadada primeira (ou segunda, ou a que for) impressão...
Surpreende-me por vezes a hipocrisia das pessoas, ou então a minha. Detesto aquela sensação de fraqueza, de falhanço, de falta numa qualquer qualidade a meu ver fundamental (em mim ou em qualquer outra pessoa). Porque de tantas vezes que espero a frontalidade, quando a tenho... Acabo por perder a hipótese 1. Mas também não me parece certo ter de orientar o Eu apenas pelas meras críticas (des)construtivas de terceiros... quem me garante a mim que estão certos? De que quero ser como me indicam? De que eventualmente não entenderam as coisas como eu pretendia ao personificá-las? Não gosto da hipótese 2.
Gostaria de pensar que há uma hipótese 3. Em que as pessoas fundamentam a sua crítica ou elogio, por forma a que eu - EU - valide se estou ou não a erguer a minha personalidade/atitude/carácter/whatever da forma mais adequada.
O chato é que nunca ninguém conhece o todo. Não existe validação possível para a hipótese 3. Daí que de vez em quando se ouçam umas cenas que nos deixam a pensar e originam labirintos cerebrais tipo isto...
PS: se e quando tiverem de fazer algum reparo à minha pessoa, considerem sff que - como qualquer pessoa normal - a minha primeira reacção pode não ser a melhor (excepto naqueles casos em que nitida e incontestávelmente meti a pata na poça). No entanto, garanto que uns quantos exemplos bem amanhados e uma atitude racional podem surtir efeitos muito positivos face ao mau feitio:D
Hipótese 1: Aquilo que somos é aquilo que achamos que somos, os comportamentos que temos, os valores que criamos, aquilo que geralmente responderia à questão "Define-te em x palavras"...
Hipótese 2: Aquilo que somos é aquilo que os outros percepcionam, a imagem que criam de nós, a tão malfadada primeira (ou segunda, ou a que for) impressão...
Surpreende-me por vezes a hipocrisia das pessoas, ou então a minha. Detesto aquela sensação de fraqueza, de falhanço, de falta numa qualquer qualidade a meu ver fundamental (em mim ou em qualquer outra pessoa). Porque de tantas vezes que espero a frontalidade, quando a tenho... Acabo por perder a hipótese 1. Mas também não me parece certo ter de orientar o Eu apenas pelas meras críticas (des)construtivas de terceiros... quem me garante a mim que estão certos? De que quero ser como me indicam? De que eventualmente não entenderam as coisas como eu pretendia ao personificá-las? Não gosto da hipótese 2.
Gostaria de pensar que há uma hipótese 3. Em que as pessoas fundamentam a sua crítica ou elogio, por forma a que eu - EU - valide se estou ou não a erguer a minha personalidade/atitude/carácter/whatever da forma mais adequada.
O chato é que nunca ninguém conhece o todo. Não existe validação possível para a hipótese 3. Daí que de vez em quando se ouçam umas cenas que nos deixam a pensar e originam labirintos cerebrais tipo isto...
PS: se e quando tiverem de fazer algum reparo à minha pessoa, considerem sff que - como qualquer pessoa normal - a minha primeira reacção pode não ser a melhor (excepto naqueles casos em que nitida e incontestávelmente meti a pata na poça). No entanto, garanto que uns quantos exemplos bem amanhados e uma atitude racional podem surtir efeitos muito positivos face ao mau feitio:D
07/12/2008
Olhos Tristes
Já não sei bem porquê, mas pela 2ª vez em poucos dias lembrei-me dos olhos mais tristes que eu já vi.
E isso deixa-me sempre a pensar...
Porque os olhos mais tristes que eu já vi deixaram-me a pensar que o mundo é, para muita coisa (e muitas pessoas), extraordinariamente errado...
Eu estava de visita à Grécia, mais precisamente em Mikonos. Sentada na esplanada de um café a comer um daqueles doces típicos de preço altamente inflacionado para turista. E passou um vendedor ambulante que parou na minha mesa. Nada de extraordinário...
Mas não era um qualquer vendedor. Era um miúdo. Não daqueles putos de 5 anos que os pais devem encher de porrada porque o dinheiro da esmola não chega para a vodka. Tinha uns 10 anos, pele super morena e cabelo bem escuro. Andava com um tabuleiro de cartão a vender nadas: pacotes de lenços de papel, porta-chaves, mini-bonecos. Sem preço fixo, ele vendia pelo que as pessoas quisessem pagar, desde que vendesse. E nós não queríamos nada, mas ao menos o pacote de lenços... E era amável e sorria na mesma... Mas com os maiores e mais tristes olhos que eu já vi.
E já não consegui comer o resto do doce. E a minha mãe deu-lhe uns 2€ (NUNCA damos 2€ a quem quer que seja) e não quis comprar nada. Mas ele queria, mesmo, que ela ficasse com alguma coisa, e mandámo-lo embora. E ele sorriu, agradeceu e foi, mas sempre com aqueles olhos... escuros, enormes... e profundamente tristes.
E eu queria ir atrás dele e despejar a minha carteira no bolso do miúdo, eu que não tinha mais que uns 20€ talvez, mas dava-lhe e levantava mais... E fazia parar meia dúzia de turistas e dizia, que vissem a porcaria de vida que ele levava, enquanto nós gastávamos fortunas com coisas supérfluas... só que não ía mudar nada... em casa dele comeriam melhor uns dias, ou beberia o pai mais vodka, isto se tivesse ele família... mas depois dos 20€ ele voltaria de tabuleiro de cartão para o meio da rua, e daí?... E quantos outros não encontraria eu na mesma ilha, talvez até pior?
E deixei-me ficar sentada, a ver a minha mãe de lágrima ao canto do olho, eu já a chorar para cima do doce... E até agora a escrever isto... Porque sempre que me lembro daqueles olhos tristes... Eu nem sei...
E isso deixa-me sempre a pensar...
Porque os olhos mais tristes que eu já vi deixaram-me a pensar que o mundo é, para muita coisa (e muitas pessoas), extraordinariamente errado...
Eu estava de visita à Grécia, mais precisamente em Mikonos. Sentada na esplanada de um café a comer um daqueles doces típicos de preço altamente inflacionado para turista. E passou um vendedor ambulante que parou na minha mesa. Nada de extraordinário...
Mas não era um qualquer vendedor. Era um miúdo. Não daqueles putos de 5 anos que os pais devem encher de porrada porque o dinheiro da esmola não chega para a vodka. Tinha uns 10 anos, pele super morena e cabelo bem escuro. Andava com um tabuleiro de cartão a vender nadas: pacotes de lenços de papel, porta-chaves, mini-bonecos. Sem preço fixo, ele vendia pelo que as pessoas quisessem pagar, desde que vendesse. E nós não queríamos nada, mas ao menos o pacote de lenços... E era amável e sorria na mesma... Mas com os maiores e mais tristes olhos que eu já vi.
E já não consegui comer o resto do doce. E a minha mãe deu-lhe uns 2€ (NUNCA damos 2€ a quem quer que seja) e não quis comprar nada. Mas ele queria, mesmo, que ela ficasse com alguma coisa, e mandámo-lo embora. E ele sorriu, agradeceu e foi, mas sempre com aqueles olhos... escuros, enormes... e profundamente tristes.
E eu queria ir atrás dele e despejar a minha carteira no bolso do miúdo, eu que não tinha mais que uns 20€ talvez, mas dava-lhe e levantava mais... E fazia parar meia dúzia de turistas e dizia, que vissem a porcaria de vida que ele levava, enquanto nós gastávamos fortunas com coisas supérfluas... só que não ía mudar nada... em casa dele comeriam melhor uns dias, ou beberia o pai mais vodka, isto se tivesse ele família... mas depois dos 20€ ele voltaria de tabuleiro de cartão para o meio da rua, e daí?... E quantos outros não encontraria eu na mesma ilha, talvez até pior?
E deixei-me ficar sentada, a ver a minha mãe de lágrima ao canto do olho, eu já a chorar para cima do doce... E até agora a escrever isto... Porque sempre que me lembro daqueles olhos tristes... Eu nem sei...
18/06/2008
Hoje está um "dia bestial"...
Ou seja, repleto de bestas...
essencialmente.
Odeio gente hipócrita.
Porque odeio gente que mente, e basicamente vai dar no mesmo.
Offtopic: não me apetece estudar...
E a fantochada de hipocrisia só veio "coroar" um dia fabulosamente deprimente. Que por sua vez sucedeu-se a outro dia estúpido. Semelhante a outros fragmentos temporais igualmente escabrosos...
Porque é que há tantas coisas que, sendo projectadas de uma certa forma, depois correm exactamente ao contrário do que seria de prever?? Coisas simples... nem chegam a ser problemas. Mas ao mesmo tempo é altamente injusto.
Offtopic: estarei a disparatar?
Depois parece que ando para trás...
Offtopic: porque raio escrevo eu aqui estas coisas?
Bah, que se lixe...
Ou seja, repleto de bestas...
essencialmente.
Odeio gente hipócrita.
Porque odeio gente que mente, e basicamente vai dar no mesmo.
Offtopic: não me apetece estudar...
E a fantochada de hipocrisia só veio "coroar" um dia fabulosamente deprimente. Que por sua vez sucedeu-se a outro dia estúpido. Semelhante a outros fragmentos temporais igualmente escabrosos...
Porque é que há tantas coisas que, sendo projectadas de uma certa forma, depois correm exactamente ao contrário do que seria de prever?? Coisas simples... nem chegam a ser problemas. Mas ao mesmo tempo é altamente injusto.
Offtopic: estarei a disparatar?
Depois parece que ando para trás...
Offtopic: porque raio escrevo eu aqui estas coisas?
Bah, que se lixe...
07/06/2008
16/02/2008
Uma Despedida...
16 Janeiro 2005 - 10 Fevereiro 2008
...
Para aqueles que conheciam uma das formas do meu alter-ego, saberiam que ele se manifestava aqui. O meu interesse pelo mundo da imagem (anime ou fotografia), aliado a pesquisas de músicas, devaneios pontuais e algum gosto no contacto com outras pessoas levou-me a cimentar, em especial neste último ano, a presença do meu flog no meu dia-a-dia.
No entanto, quando tentei aceder à forgottenfairy na passada 2ª feira, foi-me dito que a conta tinha sido desactivada pela equipa do Fotolog, por motivos que desconheço por completo...
Porquê? Não posso negar que estou frustrada... Assim bem que dá vontade de retornar apenas aos tradicionais diários, que se escondiam debaixo da cama e tinham daquelas páginas com um perfume qualquer que por mais que os anos passem, não se esbate...
E ainda que eu reconheça que é algo idiota falar da "morte" de um flog, acaba por ser um pouco isso que eu sinto... porque quando eu relia algumas das entradas mais antigas, e pensava no que sou e penso hoje, quando via a evolução e as pessoas que por lá passavam, eu efectivamente sentia vida, e foram pedacinhos de vivências minhas. Pois foi...
Mas não parei aqui. Agora "vingo-me" e continuo noutras bandas...
*******
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