E queixava-me eu da última vez, que 1 de Julho de 2019 tinha sido a maior Auto-Trampa de sempre.
Retiro o que disse. 28 de Maio de 2020 é oficialmente o dia em que eu concluo que não sei ser feliz. Sou feliz tantas vezes por sorte, acaso, nem sei, porque quando tenho essa felicidade nas mãos escavaco-a em mil pedacinhos.
Just great.
E isto não vai ser lido por quem deveria, mas: Desculpa.
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28/05/2020
Mess
É como quem diz
cansaço...,
o fim...,
um dilema...,
um grito...,
uma chapada...,
uma frustração...
29/11/2013
Morrrrning!
Vantagens de ir ao ginásio de
manhã:
- Realmente fica-se com uma
sensação agradável de “desperto” e o dia rende mais;
- No caminho, vê-se a verdadeira
Lisboa calma: as pastelarias cheiram a bolos no forno, ouvem-se pássaros (sim,
eles existem!) e ainda há pouca gente na rua;
- Não há assim tanta gente (às 7
e pouco), o que significa mais disponibilidade de máquinas, cacifos, piscina…
Desvantagens de ir ao ginásio de
manhã:
- Ir ao ginásio… de manhãããã…
18/11/2013
13/03/2013
12/03/2012
21/07/2009
O Ser e o Achar que Se É
Tenho andado a pensar nisto...
Hipótese 1: Aquilo que somos é aquilo que achamos que somos, os comportamentos que temos, os valores que criamos, aquilo que geralmente responderia à questão "Define-te em x palavras"...
Hipótese 2: Aquilo que somos é aquilo que os outros percepcionam, a imagem que criam de nós, a tão malfadada primeira (ou segunda, ou a que for) impressão...
Surpreende-me por vezes a hipocrisia das pessoas, ou então a minha. Detesto aquela sensação de fraqueza, de falhanço, de falta numa qualquer qualidade a meu ver fundamental (em mim ou em qualquer outra pessoa). Porque de tantas vezes que espero a frontalidade, quando a tenho... Acabo por perder a hipótese 1. Mas também não me parece certo ter de orientar o Eu apenas pelas meras críticas (des)construtivas de terceiros... quem me garante a mim que estão certos? De que quero ser como me indicam? De que eventualmente não entenderam as coisas como eu pretendia ao personificá-las? Não gosto da hipótese 2.
Gostaria de pensar que há uma hipótese 3. Em que as pessoas fundamentam a sua crítica ou elogio, por forma a que eu - EU - valide se estou ou não a erguer a minha personalidade/atitude/carácter/whatever da forma mais adequada.
O chato é que nunca ninguém conhece o todo. Não existe validação possível para a hipótese 3. Daí que de vez em quando se ouçam umas cenas que nos deixam a pensar e originam labirintos cerebrais tipo isto...
PS: se e quando tiverem de fazer algum reparo à minha pessoa, considerem sff que - como qualquer pessoa normal - a minha primeira reacção pode não ser a melhor (excepto naqueles casos em que nitida e incontestávelmente meti a pata na poça). No entanto, garanto que uns quantos exemplos bem amanhados e uma atitude racional podem surtir efeitos muito positivos face ao mau feitio:D
Hipótese 1: Aquilo que somos é aquilo que achamos que somos, os comportamentos que temos, os valores que criamos, aquilo que geralmente responderia à questão "Define-te em x palavras"...
Hipótese 2: Aquilo que somos é aquilo que os outros percepcionam, a imagem que criam de nós, a tão malfadada primeira (ou segunda, ou a que for) impressão...
Surpreende-me por vezes a hipocrisia das pessoas, ou então a minha. Detesto aquela sensação de fraqueza, de falhanço, de falta numa qualquer qualidade a meu ver fundamental (em mim ou em qualquer outra pessoa). Porque de tantas vezes que espero a frontalidade, quando a tenho... Acabo por perder a hipótese 1. Mas também não me parece certo ter de orientar o Eu apenas pelas meras críticas (des)construtivas de terceiros... quem me garante a mim que estão certos? De que quero ser como me indicam? De que eventualmente não entenderam as coisas como eu pretendia ao personificá-las? Não gosto da hipótese 2.
Gostaria de pensar que há uma hipótese 3. Em que as pessoas fundamentam a sua crítica ou elogio, por forma a que eu - EU - valide se estou ou não a erguer a minha personalidade/atitude/carácter/whatever da forma mais adequada.
O chato é que nunca ninguém conhece o todo. Não existe validação possível para a hipótese 3. Daí que de vez em quando se ouçam umas cenas que nos deixam a pensar e originam labirintos cerebrais tipo isto...
PS: se e quando tiverem de fazer algum reparo à minha pessoa, considerem sff que - como qualquer pessoa normal - a minha primeira reacção pode não ser a melhor (excepto naqueles casos em que nitida e incontestávelmente meti a pata na poça). No entanto, garanto que uns quantos exemplos bem amanhados e uma atitude racional podem surtir efeitos muito positivos face ao mau feitio:D
17/09/2008
Sentimentos Puros (?)
Quando se fala em sentimentos "puros"... Será que existem?
Quando dizemos que gostamos ou não de alguém, quando fazemos um juízo descritivo... Será que realmente dizemos as coisas como queremos? Afinal de contas, nós pensamos nas coisas, criamos imagens, ideias, raciocínios... Pensamos sobre aquilo que pensamos. Será que não estamos a programar-nos para desenvolver um dado sentimento ou opinião,... por vezes de forma errada?
Poderíamos dizer, p.e., que um cão é 100% fiel ao seu dono e terá demonstrações de afecto nesse sentido. Mas segundo me lembro de umas aulas no Secundário, os cães não "pensam" no sentido científico da palavra, pelo que não se pode dizer que tenham "emoções", têm "reflexos". E mesmo esses falham, ou não haveria casos de ataques contra pessoas que lidam com esses animais a vida toda.
Mas retomando o que eu queria dizer, e assumindo o "pensar" como estritamente humano...
Quando nos perguntamos "E se...?", quando encaramos as relações humanas na sua essência... O que é que poderemos considerar "puro", e o que é que consideramos convenção?
...
03/02/2008
Perdoar ou Ser Perdoado?
"Is it harder for you to forgive someone or to ask for forgiveness?"
...
Esta é uma das polls diárias de um site que já referi.
A resposta que grangeou mais votos foi to ask for forgiveness. Eu respondi to forgive...
Mas lá está, fiquei a pensar bastante, daí ter apontado aqui a poll.
Apesar dos radicalismos que por vezes assumo nalgumas situações, aqui considero que devia haver o meu típico "depende". Ou até um "ambas as coisas". Que situações estamos a considerar?
Eu sei que pedir perdão não é fácil. Reconhecer erros custa. Engolir orgulho é tramado. De qualquer forma, (e estou a pensar no meu caso concreto,) se é este o caso, só há que admitir, porque é com uma boa conversa, com os pontos nos ii, que as pessoas se entendem. Detesto mau ambiente, a sensação de ter errado, a chatice que é aborrecer-me com uma pessoa... E no caso inverso, gostaria que procedessem assim comigo...
Daí que eu diga... que perdoar é bem mais complicado. Aí estamos perante alguém que nos falhou, mentiu, ou de alguma forma quebrou a nossa confiança. Magoou-nos. Traiu-nos. Como é que se juntam os pedaços outra vez? E em quanto tempo? E ainda que (geralmente) seja fácil com a família e algumas pessoas muito muito próximas, como é com as outras? E mesmo com as mais chegadas, não adquire tudo outra dimensão, em falhas muito muito graves?
Pois... não sei, mas... continuo a achar que um "depende" fazia muita falta na bendita da poll...
11/11/2007
Agir ou Não Agir?
Hoje fui a um site que visito regularmente, e que tem uma poll diária, aberta tanto a utilizadores como a visitantes (como é o meu caso).
A poll de hoje era, provavelmente, das mais interessantes que já lá tiveram, apesar de ser uma daquelas questões filosóficas bastante "batidas"...
Era a seguinte:
"What is worse? Doing nothing and wishing you had, or doing the wrong thing and wishing you did nothing?"
Ora bem... eu respondi a primeira. A minha opinião não difere muito das deixadas pelos users: mesmo que algo corra mal, sempre conheces o resultado; um dia as acções podem esquecer-se, mas quando não se faz nada pensa-se sempre "e se...?"; etc etc etc, com muitos exemplos práticos desde affairs a conflitos com amigos.
No entanto, houve uma resposta que me fez questionar a minha escolha... um rapazinho dizia algo como: "Sim senhor, também escolho a primeira, apesar de no meu dia-a-dia acabar por prevalecer a segunda"...
O.o
Tem pinta, o jovem...
Eu já fiz muita porcaria, é bem certo, e se calhar às vezes penso que mais valia ter ficado quieta... mas ao mesmo tempo, procuro aprender com os erros, extrair qualquer coisa para o futuro.
Sem dúvida... muito mais custa a indecisão e a insegurança de ter uma escolha, uma hipótese, e não fazer nada... de não vir a conhecer nem o bom nem o mau, o rumo que as coisas poderiam tomar...
Enfim...
Que me dizem???
...
O blogger tem as formatações todas trocadas... Logo, é bem provável que o texto esteja com um alinhamento horrível...
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