Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.Luis Fernando VerissimoPorra... Nos últimos dois meses ando a morrer, parece-me...
29/07/2009
21/07/2009
A "Teoria da Conspiração"
Já não bastava da outra vez aquela pergunta um TANTO ou quanto (MUITO) desconfortável... Para se fazer em ambiente de trabalho...
Mas agora, surge a melhor de todas:
Mas agora, surge a melhor de todas:
Eu devo ter uma espécie de affair... Ou qualquer coisa como uma amizade um bocado estranha. Porque realmente já não se pode ter boas relações com gajos, ainda mais se forem nerds. Náááá... E não se podem chegar ao meu PC, nem sair ao mesmo tempo que eu (se calhar vamos encontrar-nos às escondidas no WC -.-'). Eu tenho de tomar "precauções"...
WTF??????????????
Uma vez tem piada... Mas ao fim de uns dias... não mata mas mói!
O que vale é que relativamente ao visado em particular, sempre dá pra rir um bocado... Enquanto se bebe o dito café aaaaaaaaltamente promíscuo... Bah...
Uma vez tem piada... Mas ao fim de uns dias... não mata mas mói!
O que vale é que relativamente ao visado em particular, sempre dá pra rir um bocado... Enquanto se bebe o dito café aaaaaaaaltamente promíscuo... Bah...
O Ser e o Achar que Se É
Tenho andado a pensar nisto...
Hipótese 1: Aquilo que somos é aquilo que achamos que somos, os comportamentos que temos, os valores que criamos, aquilo que geralmente responderia à questão "Define-te em x palavras"...
Hipótese 2: Aquilo que somos é aquilo que os outros percepcionam, a imagem que criam de nós, a tão malfadada primeira (ou segunda, ou a que for) impressão...
Surpreende-me por vezes a hipocrisia das pessoas, ou então a minha. Detesto aquela sensação de fraqueza, de falhanço, de falta numa qualquer qualidade a meu ver fundamental (em mim ou em qualquer outra pessoa). Porque de tantas vezes que espero a frontalidade, quando a tenho... Acabo por perder a hipótese 1. Mas também não me parece certo ter de orientar o Eu apenas pelas meras críticas (des)construtivas de terceiros... quem me garante a mim que estão certos? De que quero ser como me indicam? De que eventualmente não entenderam as coisas como eu pretendia ao personificá-las? Não gosto da hipótese 2.
Gostaria de pensar que há uma hipótese 3. Em que as pessoas fundamentam a sua crítica ou elogio, por forma a que eu - EU - valide se estou ou não a erguer a minha personalidade/atitude/carácter/whatever da forma mais adequada.
O chato é que nunca ninguém conhece o todo. Não existe validação possível para a hipótese 3. Daí que de vez em quando se ouçam umas cenas que nos deixam a pensar e originam labirintos cerebrais tipo isto...
PS: se e quando tiverem de fazer algum reparo à minha pessoa, considerem sff que - como qualquer pessoa normal - a minha primeira reacção pode não ser a melhor (excepto naqueles casos em que nitida e incontestávelmente meti a pata na poça). No entanto, garanto que uns quantos exemplos bem amanhados e uma atitude racional podem surtir efeitos muito positivos face ao mau feitio:D
Hipótese 1: Aquilo que somos é aquilo que achamos que somos, os comportamentos que temos, os valores que criamos, aquilo que geralmente responderia à questão "Define-te em x palavras"...
Hipótese 2: Aquilo que somos é aquilo que os outros percepcionam, a imagem que criam de nós, a tão malfadada primeira (ou segunda, ou a que for) impressão...
Surpreende-me por vezes a hipocrisia das pessoas, ou então a minha. Detesto aquela sensação de fraqueza, de falhanço, de falta numa qualquer qualidade a meu ver fundamental (em mim ou em qualquer outra pessoa). Porque de tantas vezes que espero a frontalidade, quando a tenho... Acabo por perder a hipótese 1. Mas também não me parece certo ter de orientar o Eu apenas pelas meras críticas (des)construtivas de terceiros... quem me garante a mim que estão certos? De que quero ser como me indicam? De que eventualmente não entenderam as coisas como eu pretendia ao personificá-las? Não gosto da hipótese 2.
Gostaria de pensar que há uma hipótese 3. Em que as pessoas fundamentam a sua crítica ou elogio, por forma a que eu - EU - valide se estou ou não a erguer a minha personalidade/atitude/carácter/whatever da forma mais adequada.
O chato é que nunca ninguém conhece o todo. Não existe validação possível para a hipótese 3. Daí que de vez em quando se ouçam umas cenas que nos deixam a pensar e originam labirintos cerebrais tipo isto...
PS: se e quando tiverem de fazer algum reparo à minha pessoa, considerem sff que - como qualquer pessoa normal - a minha primeira reacção pode não ser a melhor (excepto naqueles casos em que nitida e incontestávelmente meti a pata na poça). No entanto, garanto que uns quantos exemplos bem amanhados e uma atitude racional podem surtir efeitos muito positivos face ao mau feitio:D
06/07/2009
Um dia...
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