11/12/2013

It may have played a part in all of this...


When we’re incomplete, we’re always searching for somebody to complete us. When (…) we find that we’re still unfulfilled, we blame our partners (…) until we admit that while a partner can add sweet dimensions to our lives, we, each of us, are responsible for our own fulfilment. Nobody else can provide it for us, and to believe otherwise is to delude ourselves dangerously and to program for eventual failure every relationship (…).

10/12/2013

6


In twenty years from now
I don’t want to be just another name
In twenty years from now
I still want to be in your life
In twenty years from now
I want someone to stop you on the street
Ask you how you’re doing
And bring up my name
In twenty years from now
I don’t want your answer to be
“I haven’t seen her in ages”
In twenty years from now
I hope you say
“She’s waiting for me at home”


To me, it is still 6...

03/12/2013

So... Finally the truth about coffee...



(not sure about some, but I like the general idea...)

02/12/2013

Sheer Realization


"When my absence doesn’t alter your life, then my presence has no meaning in it."
- Unknown



Well, you sure mean a lot. A huge lot.

29/11/2013

Morrrrning!


Vantagens de ir ao ginásio de manhã:
- Realmente fica-se com uma sensação agradável de “desperto” e o dia rende mais;
- No caminho, vê-se a verdadeira Lisboa calma: as pastelarias cheiram a bolos no forno, ouvem-se pássaros (sim, eles existem!) e ainda há pouca gente na rua;
- Não há assim tanta gente (às 7 e pouco), o que significa mais disponibilidade de máquinas, cacifos, piscina…

Desvantagens de ir ao ginásio de manhã:
- Ir ao ginásio… de manhãããã…

18/11/2013

Desculpa

Completamente arrasada... E fi-lo a mim mesma.

10/11/2013

Porque será...

... que isto me parece o melhor de dois mundos?...


29/08/2013

Nada Depois de Ti

Por Rodrigo Guedes de Carvalho


O que tenho para dizer vai parecer ríspido e desnecessário. Vai soar à bruta, vindo de voz sem alma. Mas é a mais absoluta das verdades que trago dentro. Quero que morras comigo. Estás a ver? Sentiste já o calafrio de quem está a ler-nos? Quem deseja a morte de alguém que ama? Que monstro? Mesmo tu terás percebido mal, espera, deixa-me recomeçar. Apanhaste-me o pensamento a meio, tens de ouvir tudo, é por isso que as pessoas falam de coisas fora de contexto. E ainda assim, mantenho o que disse. Escuta-me até ao fim. O que disse até agora é apenas o fim do que penso. Há mais antes disso. Há, simplesmente, eu partir e tu ficares. Depois, e só depois, morrermos juntos, tranquilos, de mão dada a olharmo-nos ainda, ou de repente, um desastre que nos apanha a meio de uma frase; que seja rápido. O que não pode acontecer (ouve-me bem), o que não pode nunca acontecer (escuta para não dizeres depois que não sabias), é tu partires e eu ficar por cá. Não pode acontecer. Repara que é diferente de espero que não se verifique: é não pode acontecer. Sobretudo pelo que me vou sentir maçado, a tentar disfarçar a náusea (tu conheces-me) de cada vez que se aproximarem de mim, e não serão poucas ou poucos, a perguntarem se podem fazer alguma coisa, que preciso de descansar, mas sobretudo, sobretudo, a garantirem-me que a vida continua, que agora dói mas o tempo tudo cura, que me agarre às recordações boas mas que siga com a minha vida. O que me iria chatear (tu conheces-me) é as outras pessoas que não são nós, os outros, esse inferno de que falava o Sartre, simplesmente porque as pessoas não sabem, não saberão nunca, que a vida não continua coisa nenhuma, que há leis que a nós não se aplicam, que chegámos um ao outro lutando contra todas elas, essas regras, leis, mandamentos medíocres, esses lugares-comuns, essas maçadoras previsíveis pequeninas maneiras de se viver sem viver tudo, gente que não percebe que não vives afinal se não nos entregarmos mesmo, olhos fechados sem medo de cair porque o outro está lá, está lá, e por isso inconcebível que não esteja. E como é inconcebível não pode ser, não pode acontecer, diferente de desejo que tal não suceda, por isso morrermos juntos, entende agora, ou daí eu partir e tu ficares, quando muito, porque é tão óbvio que não há nada depois de ti, tão impensável que venha o medíocre previsível patético próximo passo, de deixarem passar um tempo e depois porem-se a arranjar-me namoradas, a fingirem que ela entrou no restaurante por acaso, olá vocês não se conhecem pois não, até porque não percebem que nem sequer há mais restaurantes sem ti, nada sem ti, de forma que já hoje, já esta noite, vou tentar compor-te a canção, vou-me atrapalhar todo com as notas, vou desafinar, mas é daquelas coisas que quero fazer antes de partir, contigo ainda porque não há nada depois, vou desengonçado a cantarolar, mas tu não te importas, porque sabes de onde vem a canção. E só tu.

21/01/2013

Parabéns!!!

O 1º post de 2013 vai ser mesmo para te dar os parabéns... ;)

A tua cara de felicidade desde a meia-noite, para mim, vale tudo...

Love*