Assim sendo, vamos lá inspeccionar as estantes cá de casa em busca de calhamaços que preencham as horas de sol com algo mais que vitamina D...
- "Solstício de Inverno", Rosamunde Pilcher - Leve, despretensioso, mas tão... envolvente. Como os destinos de 5 pessoas se cruzam de forma tão estranha e simultaneamente tão "certa"...
"Um local seguro e sossegado, longe do caos urbano. Mas será suficientemente remoto para recompor vidas desfeitas?"
- "Refém", Robert Crais - Sou suspeita, se considerarmos que provavelmente policial é o meu género favorito. Mas este emaranhado de intrigas e ligações mafiosas, com assassinos de sangue mais-que-frio e um contra-relógio de cortar a respiração... é boooooom!
"Um simples assalto a uma loja de conveniência - era esse o plano. Mas a partir do momento em que entram na loja e exibem a arma, os acontecimentos começam a desenrolar-se numa espiral incontrolável..."
- "O Melhor da Vida", Jim Kokoris - Hilariante, mas também ternurento... De qualquer forma, tem centelhas de humor do mais genuíno que há: infantil...
"Se alguma vez sentiu curiosidade em saber como será ganhar 190 milhões de dólares na lotaria, pergunte a Teddy Pappas, de onze anos..."
- "Vento Uivante", Tony Hillerman - Não tão bom como "Refém", apesar de andar dentro do género. Aqui, os típicos mistérios de policial são bastante óbvios, mas as nuances do paranormal e da cultura índia compensam o estilo com outras particularidades.
"O mistério de uma mina de ouro lendária. Os gemidos ao vento de uma voz fantasmagórica. Uma obsessão com crimes passados e presentes."
- "A Visita", Lee Child - Fabuloso! Quanta imaginação vai nesta cabecinha... Um policial em que não seguimos um polícia, mas um justiceiro. Um móbil mais do que visto, mas um método impressionante... Ler e reler.
"Aparentemente, é o crime perfeito. Sem deixar rasto, nem vestígios de arrombamento, nem ferimentos no cadáver, nem qualquer indício de como a vítima morreu. O crime perfeito? Ninguém é perfeito."
- "Mais Cedo ou Mais Tarde", Elizabeth Adler - Uma história normal sobre a vida normal de uma rapariga normal. Mas se juntarmos um passado esquecido, um psicopata astuto e um bocadinho de romance... temos leitura!
"Ela tem um restaurante para gerir e pouco tempo a perder com romances, mas dois homens da sua vida começam a ser difíceis de ignorar. Um está determinado a conquistar o seu coração; o outro acalenta planos mais sombrios."
E pronto, é assim que, em 48 horas eu leio (e releio) seis obras e levo os livros a passear. Até porque em breve as leituras serão mais académicas... (ouch!).
3 comentários:
love!!!!bem, sim sra..boa maneira de passar o tempo!!será que dá para me emprestares o solstício de Inverno??
eu prometo que devolvo :P
beijos****************
A dina não devolve!! ainda estou à espera da colecção "Uma Aventura" que lhe emprestei à uns tempos e ainda ne me devolveu!! lol
Ena, tanto livro pa eu ler...
Inda ando em busca da rapariga das laranjas por essas fnacs fora!
akele abraço
PS:
agora quase que dava uma palvra decente: cpora
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